Tenossinovite de De Quervain dor no polegar e punho tratamento ortopédico SUORT Clínica Integrada Perdizes São Paulo

Tenossinovite de De Quervain: Dor no Polegar e Punho, Como Tratar em SP

A tenossinovite de De Quervain começa quase sempre com um gesto banal que passou a doer: pegar o celular, levantar o bebê no colo, abrir um pote, torcer um pano. A dor fica na lateral do punho, do lado do polegar, e piora exatamente quando a mão faz força. É a inflamação mais comum do punho e tem um retrato bem definido: predomina no sexo feminino, com pico entre os 30 e os 50 anos, segundo dados reunidos na literatura ortopédica brasileira. Na SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, a tenossinovite de De Quervain é tratada por especialistas em ortopedia, com mais de 50 convênios aceitos, incluindo Bradesco Saúde, Omint, Cassi, Geap e Mediservice.

A boa notícia para quem convive com essa dor no polegar é que, na maior parte dos casos, a tenossinovite de De Quervain melhora sem cirurgia. O problema é que muita gente convive meses com o incômodo achando que é fraqueza ou parte da rotina, quando um tratamento simples resolveria. Este artigo explica o que é, como reconhecer e o caminho de tratamento para pacientes de Higienópolis, Pompeia, Vila Madalena e toda a zona oeste que buscam a SUORT em Perdizes.

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O QUE E A TENOSSINOVITE DE DE QUERVAIN

A tenossinovite de De Quervain é a inflamação da bainha que envolve dois tendões do polegar: o abdutor longo e o extensor curto. Esses tendões passam juntos por um túnel estreito na lateral do punho, chamado primeiro compartimento dorsal. Quando a bainha inflama e engrossa, os tendões deslizam com dificuldade dentro desse túnel apertado, e cada movimento do polegar puxa a estrutura inflamada. Daí a dor característica.

Por ser um problema de deslizamento em espaço estreito, alguns pacientes sentem um estalo ou travamento ao mover o polegar. A condição está ligada, na maioria das vezes, à sobrecarga repetitiva: uso intenso de celular e teclado, trabalho manual, e o cuidado com bebês. É mais frequente em mulheres, sobretudo no período próximo à menopausa, e em pessoas com diabetes, que têm maior tendência a inflamações de tendão.

Vale diferenciar de outras dores da mão. A tenossinovite de De Quervain dói na lateral do punho, na base do polegar. Já a rizartrose é uma artrose da articulação do polegar, com dor mais profunda ao fazer pinça. E a síndrome do túnel do carpo causa formigamento nos dedos, não dor lateral. O exame do ortopedista separa essas condições com precisão, o que evita tratamento errado.

COMO RECONHECER: SINTOMAS E O TESTE SIMPLES

Os sintomas da tenossinovite de De Quervain seguem um padrão reconhecível:

  • Dor na lateral do punho, do lado do polegar, que piora ao segurar peso
  • Dor ao pegar o celular, levantar o bebê no colo, abrir potes ou torcer roupa
  • Inchaço na região da base do polegar
  • Sensação de estalo ou travamento ao mover o polegar
  • Perda de força na pinça, com objetos escapando da mão

Existe um teste caseiro que ajuda a suspeitar: dobrar o polegar para dentro da mão, fechar os outros dedos por cima dele formando um punho e, então, inclinar o punho para baixo, no sentido do dedo mínimo. Se esse movimento provoca uma dor aguda na lateral do punho, a suspeita de De Quervain é forte. Esse é o teste de Finkelstein, usado no consultório. Ele orienta, mas não substitui a avaliação: o diagnóstico é clínico e, em casos duvidosos, o ultrassom confirma o espessamento da bainha dos tendões.

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A TENDINITE DAS MAES: POR QUE ACONTECE NO POS-PARTO

Poucas condições ortopédicas têm um público tão definido quanto a tenossinovite de De Quervain no pós-parto. O apelido de tendinite das mães não é exagero. O gesto de pegar o recém-nascido no colo, com os polegares abertos apoiando a cabeça e as costas do bebê, sobrecarrega exatamente os tendões do primeiro compartimento, e esse gesto se repete dezenas de vezes por dia, todos os dias.

Some-se a isso o componente hormonal. No pós-parto e na amamentação, alterações hormonais aumentam a retenção de líquido e a sensibilidade dos tendões, deixando a bainha mais propensa a inflamar. É a combinação de sobrecarga mecânica repetida com um terreno biológico mais vulnerável. Por isso muitas mães desenvolvem a dor entre as primeiras semanas e os primeiros meses após o parto.

A mensagem importante para essas pacientes é que a dor não é frescura nem parte inevitável da maternidade. Tratada cedo, com órtese e ajuste dos gestos de pegar o bebê, a tenossinovite de De Quervain costuma responder bem e rápido, sem atrapalhar a amamentação. Deixar arrastar é o que transforma um problema simples em meses de sofrimento com uma mão que dói para cuidar do filho.

COMO TRATAR A TENOSSINOVITE DE DE QUERVAIN

O tratamento segue uma escada, do conservador ao cirúrgico, e a grande maioria dos pacientes resolve nos primeiros degraus.

Órtese e repouso relativo. A imobilização do polegar e do punho com uma órtese específica (que deixa os outros dedos livres) tira a carga dos tendões inflamados e é a base do tratamento inicial. Repouso relativo não significa parar tudo, e sim evitar os gestos que provocam a dor e adaptar a forma de segurar objetos e o bebê.

Anti-inflamatório e fisioterapia. O anti-inflamatório ajuda a controlar a dor na fase aguda. A fisioterapia ortopédica trabalha a redução da inflamação, o alongamento e o fortalecimento progressivo, além de corrigir os gestos que causaram a sobrecarga, o que previne a recaída. Na SUORT em Perdizes, o protocolo é integrado ao acompanhamento do ortopedista.

Infiltração de corticoide. Quando a órtese e a fisioterapia não bastam, a infiltração de corticoide dentro do primeiro compartimento tem alta taxa de sucesso e resolve boa parte dos casos que não melhoraram com as medidas iniciais. É um procedimento de consultório, e a precisão aumenta com o conhecimento de que pode existir um septo dividindo o compartimento. A acupuntura pode ser somada como terapia complementar para o controle da dor.

Cirurgia. Reservada para os casos que não melhoram com o tratamento conservador ou que voltam a doer. Consiste na abertura do túnel do primeiro compartimento, liberando os tendões para deslizar sem atrito. É uma cirurgia pequena, com excelentes resultados e recuperação rápida. Menos da minoria dos pacientes chega a precisar dela.

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TRATAMENTO EM PERDIZES: CONVENIOS E ACESSO

A SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, trata a tenossinovite de De Quervain com diagnóstico especializado pelo Dr. Sérgio Rowinski (RQE 141144), ortopedista com foco em ombro, cotovelo e cirurgia de mão, membro da SBCOC, com mais de 20 anos de experiência. A clínica aceita mais de 50 convênios com faturamento direto: Bradesco Saúde, Omint, Cassi, Geap, Mediservice, Notredame, Unimed Seguros, Metrus, Cabesp, Allianz, Amafresp, Assefaz, Fundação Cesp/Vivest, Fundação Saúde Itaú, Caixa Econômica Federal e Unafisco.

O acesso é fácil para toda a zona oeste: de Higienópolis, cerca de 12 minutos pela Av. Angélica; de Pompeia, menos de 8 minutos; de Sumaré e Pacaembu, ainda mais perto. De Vila Madalena, Pinheiros e Lapa, entre 12 e 18 minutos pela Av. Pedroso de Moraes. Da Barra Funda e Santa Cecília, entre 15 e 20 minutos. Para mães no pós-parto, que precisam de horário e deslocamento curto, essa proximidade conta muito.

O diferencial da SUORT para a tenossinovite de De Quervain é o modelo integrado: o mesmo espaço reúne a avaliação do ortopedista, o ultrassom de confirmação, a infiltração quando indicada, a órtese e a fisioterapia. Como o tratamento depende de ajuste dos gestos do dia a dia, contar com fisioterapeutas que orientam a forma correta de segurar peso e cuidar do bebê acelera a recuperação e reduz o risco de a dor voltar.

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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE TENOSSINOVITE DE DE QUERVAIN

O que é tenossinovite de De Quervain? É a inflamação da bainha que envolve dois tendões do polegar, no primeiro compartimento do punho. A inflamação dificulta o deslizamento dos tendões e causa dor na base do polegar e na lateral do punho, sobretudo ao segurar peso.

Quais os sintomas? Dor na lateral do punho do lado do polegar, que piora ao segurar o celular, pegar o bebê no colo ou torcer roupa. Pode haver inchaço, estalo ao mover o polegar e perda de força de pinça.

Tem cura sem cirurgia? Sim, na maioria dos casos. O tratamento começa com órtese, anti-inflamatório e fisioterapia. A infiltração de corticoide resolve boa parte dos casos que não melhoram. A cirurgia só entra quando não há melhora ou os sintomas voltam.

Por que é comum em mães de recém-nascidos? Porque pegar o bebê no colo com os polegares abertos sobrecarrega esses tendões várias vezes ao dia. Somado às alterações hormonais do pós-parto, explica a alta frequência em mulheres nas primeiras semanas e meses após o parto.

Quem tem mais essa condição? É a inflamação mais comum do punho, com predomínio no sexo feminino e pico entre 30 e 50 anos, muitas vezes perto da menopausa. Está ligada a sobrecarga repetitiva e é mais frequente em diabéticos e mães no pós-parto.

Quanto tempo leva para melhorar? Casos tratados cedo, com órtese e fisioterapia, costumam melhorar em algumas semanas. Quando é preciso infiltração, o alívio costuma vir em poucos dias. A cirurgia, quando necessária, tem recuperação rápida.

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