Luxação e instabilidade do ombro — diagnóstico e tratamento com Dr. Sérgio Rovinski na SUORT Clínica Integrada, Perdizes, São Paulo

Luxação e Instabilidade do Ombro: Diagnóstico e Tratamento em São Paulo

O QUE É A LUXAÇÃO DO OMBRO E POR QUE ELE TENDE A REPETIR

O ombro é a articulação com maior mobilidade do corpo humano. Essa amplitude de movimento tem um custo: é também a articulação mais propensa a se luxar. A luxação glenoumeral anterior responde por aproximadamente 96% de todas as luxações do ombro, segundo dados da Revista Brasileira de Ortopedia, e ocorre quando a cabeça do úmero sai completamente do encaixe da glenóide, geralmente após queda com o braço estendido, trauma direto ou movimento forçado em rotação externa com abdução.

O que diferencia a luxação do ombro de outras lesões ortopédicas é o alto risco de recidiva. Em pacientes jovens e ativos, a taxa de novo episódio sem tratamento cirúrgico chega a 80% a 94%, segundo estudos comparativos publicados na literatura ortopédica indexada. Em pacientes acima de 40 anos, esse risco cai para cerca de 10%. Essa diferença explica por que a conduta após o primeiro episódio depende tanto da idade e do perfil de atividade do paciente quanto da gravidade da lesão inicial.

A lesão estrutural mais frequente na luxação anterior é a lesão de Bankart, presente em até 97% dos casos de instabilidade crônica, conforme estudo da UNIFESP publicado no SciELO Brasil. Ela consiste na desinserção do lábrum glenoidal da borda anteroinferior da glenóide, estrutura que normalmente funciona como uma borracha de vedação que aumenta a profundidade do encaixe. Quando essa estrutura se rompe e não é reparada, o ombro perde estabilidade e tende a sair do lugar com movimentos cada vez menos traumáticos.

Sentiu o ombro sair do lugar? Fale pelo WhatsApp (11) 97157-4944 para avaliação com o Dr. Sérgio Rovinski, especialista em ombro e cotovelo em Perdizes, São Paulo.

LUXAÇÃO VERSUS INSTABILIDADE: DUAS CONDIÇÕES, UM MESMO OMBRO

Luxação e instabilidade não são sinônimos, embora frequentemente coexistam. Na luxação, há deslocamento completo da cabeça do úmero para fora da glenóide — o ombro literalmente "sai do lugar" e precisa ser reduzido, geralmente em pronto-socorro. Na instabilidade, o paciente pode nunca ter tido uma luxação completa, mas sente o ombro "quase saindo" em determinadas posições, especialmente com o braço elevado e rodado para fora. Essa sensação, chamada de apreensão, é o sinal clínico mais característico da instabilidade anterior do ombro.

A instabilidade pode ser traumática, decorrente de uma luxação anterior que lesionou o lábrum e a cápsula articular, ou atraumática, associada à hiperfrouxidão ligamentar sem episódio de trauma. O tratamento difere: a instabilidade traumática com lesão de Bankart confirmada tem indicação cirúrgica mais clara em jovens ativos; a atraumática responde melhor ao protocolo de fisioterapia e fortalecimento muscular antes de qualquer decisão cirúrgica.

Pacientes de Perdizes, Pinheiros, Vila Madalena e Pompeia que chegam à SUORT com queixa de ombro instável passam por avaliação clínica detalhada com o Dr. Sérgio Rovinski: teste de apreensão, teste de realocação, avaliação do grau de frouxidão e, quando indicado, solicitação de ressonância magnética para mapear as lesões associadas. O diagnóstico preciso é o que define a conduta — não há protocolo único para todo ombro instável.

TRATAMENTO CONSERVADOR: QUANDO A FISIOTERAPIA É O CAMINHO CERTO

Nem todo ombro instável precisa de cirurgia. Pacientes acima de 40 anos com primeiro episódio de luxação, sem atletas de contato e sem lesão óssea significativa, têm indicação de tratamento conservador como primeira escolha. A fisioterapia atua em duas frentes: recuperar a amplitude de movimento perdida no período de imobilização e fortalecer os músculos estabilizadores dinâmicos do ombro, especialmente o manguito rotador e os músculos escapulares.

O protocolo de reabilitação após luxação aguda começa com imobilização em tipoia por 3 a 4 semanas, seguida de fisioterapia progressiva. O Dr. Sérgio Rovinski coordena o processo de reabilitação desde a avaliação inicial, encaminhando o paciente para a equipe de fisioterapia da SUORT com protocolo individualizado. Esse modelo integrado, com o mesmo ortopedista acompanhando todo o processo, reduz o risco de progressão para instabilidade crônica e melhora o desfecho funcional.

Para pacientes de Higienópolis, Santa Cecília, Sumaré e Pacaembu que chegam à SUORT após primeiro episódio de luxação, a avaliação define se o caso tem perfil para fisioterapia exclusiva ou se os fatores de risco para recidiva indicam discussão sobre cirurgia preventiva desde o início.

CIRURGIA DE BANKART: REPARAÇÃO ARTROSCÓPICA DO LÁBRUM

Quando a indicação cirúrgica está estabelecida, a técnica mais utilizada para instabilidade anterior traumática é o reparo artroscópico da lesão de Bankart. O procedimento fixa o lábrum glenoidal de volta à borda da glenóide com âncoras de sutura, restaurando a estrutura anatômica que foi rompida na luxação original. A artroscopia permite visualização completa da articulação por dentro, com câmera própria e luz interna, sem a necessidade de incisões grandes que afastariam a musculatura.

O reparo artroscópico tem resultados equivalentes à cirurgia aberta na maioria dos casos sem perda óssea significativa. Estudos comparativos mostram taxa de recidiva de 4% a 11% após reparo artroscópico de Bankart em pacientes bem selecionados, contra 75% a 94% no tratamento conservador em jovens atletas. A seleção correta do paciente é o fator mais determinante para o resultado: jovens abaixo de 28 anos, atletas de contato e pacientes com frouxidão capsular generalizada têm maior risco de recidiva mesmo após cirurgia artroscópica bem executada.

O Dr. Sérgio Rovinski opera em day hospital — o paciente vai para a sala de cirurgia, é anestesiado, operado e extubado na mesma sala, passa 1 a 2 horas na recuperação pós-anestésica e recebe alta no mesmo dia na maioria dos casos. A cirurgia feita antes das 11h da manhã garante alta ainda no período da tarde.

Quer saber se seu caso tem indicação para cirurgia de Bankart? Agende pelo WhatsApp (11) 97157-4944.

CIRURGIA DE LATARJET: QUANDO O BANKART NÃO É SUFICIENTE

Em pacientes com perda óssea significativa da glenóide, acima de 15% a 20% da superfície articular, o reparo do lábrum isolado não restaura a estabilidade de forma duradoura. Nesses casos, o procedimento de escolha é o Latarjet, que transfere um fragmento do processo coracoide para a borda anteroinferior da glenóide. O efeito é duplo: o osso transplantado reconstrói o batente ósseo perdido, e os tendões conjuntos que acompanham o fragmento criam um efeito de cinta anterior que estabiliza o ombro durante a abdução e rotação externa.

O Latarjet é também indicado para atletas de alto risco, especialmente em esportes de contato com o membro superior elevado, quando a probabilidade de recidiva após Bankart artroscópico é alta mesmo sem perda óssea expressiva. O estudo publicado no Brazilian Journal of Health Review com pacientes submetidos ao Latarjet mostrou apenas 3,5% de necessidade de reabordagem cirúrgica, confirmando a robustez do procedimento quando bem indicado.

A perda óssea da glenóide é detectada pela ressonância magnética e confirmada, quando necessário, por tomografia computadorizada com reconstrução 3D. O Dr. Sérgio Rovinski avalia esses achados de imagem na mesma consulta, definindo qual técnica oferece menor risco de recidiva para o perfil específico de cada paciente de Lapa, Barra Funda, Perdizes ou qualquer bairro da zona oeste de São Paulo.

PÓS-OPERATÓRIO E REABILITAÇÃO APÓS CIRURGIA DE OMBRO INSTÁVEL

A recuperação após cirurgia de instabilidade do ombro segue um protocolo bem definido. Nas primeiras 4 semanas, o braço permanece em tipoia para proteção do reparo cirúrgico. A partir do 14º dia, já é possível usar o teclado e realizar movimentos delicados do cotovelo e punho. Entre a 3ª e 4ª semana, a tipoia começa a ser retirada progressivamente — o Dr. Sérgio usa o termo "desmamar" para descrever esse processo gradual.

A fisioterapia pós-operatória começa cedo, com protocolo de 4 meses, 2 sessões por semana, conduzido pela equipe de fisioterapia da SUORT em Perdizes. As fases progridem de recuperação de mobilidade para fortalecimento muscular e, por fim, retorno funcional específico para cada atividade ou modalidade esportiva. O retorno à academia e a esportes sem contato ocorre entre 3 e 4 meses. Em esportes de contato ou atividades com alto risco de novo trauma, o ortopedista define o retorno individualmente, geralmente entre 4 e 6 meses.

A continuidade do cuidado pelo mesmo médico que operou é um fator comprovado de melhora do resultado clínico. Estudos europeus mostram que mudanças de profissional no seguimento pós-operatório afetam o desfecho de forma significativa. Na SUORT, o Dr. Sérgio acompanha o paciente do diagnóstico ao fim da reabilitação. Pacientes de Pinheiros, Vila Madalena, Sumaré e Pacaembu têm acesso à mesma continuidade de cuidado a menos de 20 minutos de distância.

Operou o ombro ou precisa de fisioterapia pós-cirúrgica? Fale com a equipe pelo WhatsApp (11) 97157-4944.

CONVÊNIOS E ATENDIMENTO NA SUORT EM PERDIZES

A SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, aceita mais de 50 convênios para ortopedia e fisioterapia. Entre os planos mais utilizados por pacientes com luxação e instabilidade do ombro que chegam de Higienópolis, Pompeia, Lapa, Barra Funda e região: Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Omint, Allianz, Mediservice, Cabesp, Cassi, Fundação Saúde Itaú e Geap. Atendemos também no particular com desconto para Abmed, Simpro e AFP.

Para confirmar cobertura do seu plano, consulte a lista completa de convênios ou entre em contato pelo WhatsApp. A clínica fica na Rua Cayowaá, 2066, Perdizes, com fácil acesso pela metrô Sumaré e linhas de ônibus da Av. Sumaré e Av. Pompeia.

PERGUNTAS FREQUENTES — LUXAÇÃO E INSTABILIDADE DO OMBRO

Todo ombro luxado precisa de cirurgia?
Não. Em adultos acima de 40 anos com primeiro episódio e sem perda óssea, fisioterapia costuma ser suficiente. Em jovens ativos, o risco de recidiva sem cirurgia chega a 80-94%, o que geralmente indica avaliação para tratamento cirúrgico.

Qual a diferença entre luxação e instabilidade do ombro?
Luxação é o deslocamento completo da cabeça do úmero. Instabilidade é a sensação de que o ombro pode sair do lugar durante movimentos específicos, com ou sem luxação prévia. As duas podem coexistir no mesmo ombro.

O que é a cirurgia de Bankart?
Reparo artroscópico do lábrum glenoidal, estrutura rompida na maioria das luxações traumáticas. Indicado em jovens com instabilidade recorrente e sem perda óssea significativa.

Quando é necessária a cirurgia de Latarjet?
Quando há perda óssea da glenóide acima de 15-20% ou em atletas de alto risco onde o Bankart tem chance elevada de recidiva. Reconstrói o batente ósseo e cria efeito de cinta estabilizadora.

Quanto tempo leva a recuperação?
Tipoia por 4 semanas, fisioterapia por 4 meses, retorno a esportes de contato em 4 a 6 meses. O mesmo médico acompanha todo o processo na SUORT.

Pronto para avaliar? WhatsApp (11) 97157-4944 ou ligue para (11) 3868-5566. Seg a qui das 7h30 às 18h, sexta até 17h30. Rua Cayowaá, 2066, Perdizes, São Paulo.

Seja qual for a sua necessidade, na Suort você sempre será atendido de uma maneira profissional e humana, com toda a atenção que você merece.

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