Entre o tendão do manguito rotador e o osso do acrômio existe uma pequena bolsa preenchida por líquido sinovial chamada bursa subacromial. Ela funciona como um amortecedor: reduz o atrito entre as estruturas do ombro durante os movimentos de elevar, rodar e alcançar objetos. Quando essa bolsa se inflama, temos a bursite no ombro, uma das causas mais comuns de dor no ombro em adultos atendidos em consultórios ortopédicos no Brasil.
A bursite subacromial é considerada uma das afecções ortopédicas mais frequentes da cintura escapular, com prevalência superior em pessoas entre 40 e 50 anos, embora venha se tornando cada vez mais comum em adultos jovens em razão de atividades laborais repetitivas e prática de academia. Pacientes de Perdizes, Higienópolis, Vila Madalena, Pinheiros e Pompeia chegam à SUORT regularmente com esse diagnóstico, muitas vezes após semanas tentando tratar a dor com repouso e anti-inflamatório por conta própria, sem resolução.
A boa notícia: a bursite no ombro tem tratamento eficaz, e a cirurgia é necessária em menos de 10% dos casos. Na maioria das vezes, fisioterapia direcionada e, quando indicado, infiltração com ultrassom resolvem o quadro de forma definitiva. Mas é preciso tratar certo, pois a bursite crônica que não é bem manejada pode evoluir para lesão do manguito rotador.
A bursa subacromial inflamada quase sempre tem uma causa identificável. O Dr. Sérgio Rovinski, especialista em ombro e cotovelo da SUORT em Perdizes, trabalha com o conceito de que a dor no ombro raramente tem origem em uma causa isolada: o liquidificador dos fatores, como ele descreve, é o que mais se aproxima da realidade clínica. Movimentos repetitivos, postura inadequada, sedentarismo e desequilíbrio muscular entram juntos nesse processador e o resultado é a bursite.
Os principais fatores associados ao desenvolvimento da bursite no ombro incluem:
Em pacientes de Santa Cecília, Sumaré e Pacaembu que chegam à SUORT com bursite bilateral, a investigação clínica quase sempre revela postura de trabalho inadequada associada a fraqueza de escapular. Tratar só a inflamação sem corrigir a causa base é a receita para a recidiva em 3 a 5 meses.
A bursite no ombro tem um conjunto de sintomas bastante característico, que um ortopedista experiente identifica já na anamnese e no exame físico. O diagnóstico clínico da bursite é feito "com conversa e exame físico", nas palavras do Dr. Sérgio: imagem confirma, mas não substitui a avaliação presencial.
Os sintomas mais frequentes são:
Um ponto importante: a dor da bursite frequentemente irradia para o braço, chegando até o cotovelo. Pacientes de Barra Funda e Lapa que chegam à SUORT descrevendo dormência no braço às vezes descobrem, após avaliação, que a origem é a bursite no ombro, e não uma lesão cervical. Esse fenômeno de dor referida é bem documentado na literatura ortopédica e faz parte do diagnóstico diferencial que o Dr. Sérgio realiza em todo paciente com queixa de ombro.
Se a dor dura mais de 4 semanas, piora progressivamente ou não cede com analgésico, é hora de buscar avaliação especializada. Agende pelo WhatsApp (11) 97157-4944 ou ligue para (11) 3868-5566.
O diagnóstico da bursite no ombro combina três elementos: história clínica detalhada, exame físico ortopédico e, quando necessário, exame de imagem. Na SUORT em Perdizes, o Dr. Sérgio Rovinski realiza testes clínicos específicos para a síndrome do impacto subacromial, que identificam a bursite com alta sensibilidade.
Os exames de imagem mais utilizados para confirmar e detalhar o quadro são:
A diferença fundamental entre ultrassom e ressonância, na visão do Dr. Sérgio, é que a ressonância é um exame estático o paciente não pode se mover dentro do aparelho. O ultrassom é dinâmico. É possível ver o tendão funcionando, entrando e saindo do lugar, comprimindo ou não a bursa em diferentes ângulos. Para a bursite, o ultrassom costuma dar mais informação do que a ressonância na fase diagnóstica inicial.
O tratamento da bursite no ombro é eminentemente conservador. Estudos publicados no Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy demonstram que programas terapêuticos combinando fisioterapia supervisionada, terapia manual e exercícios específicos produzem redução de dor entre 30% e 70% e melhora significativa de amplitude de movimento e função.
Na prática clínica da SUORT, o tratamento é dividido em fases:
O primeiro objetivo é reduzir a inflamação da bursa e permitir que o paciente durma e execute as atividades básicas sem dor intensa. Nessa fase são usados:
Pacientes de Vila Madalena, Pinheiros e Higienópolis que chegam à SUORT com bursite em crise aguda costumam ter alívio significativo já nas primeiras duas consultas, especialmente quando a infiltração guiada é combinada com fisioterapia desde o início. Fale com a SUORT pelo WhatsApp (11) 97157-4944.
Tirar a dor é o começo, não o fim. A bursite recidiva quando a causa de base fraqueza muscular, desequilíbrio escapular, postura inadequada não é corrigida. Por isso, a fisioterapia de reabilitação é a etapa mais importante do tratamento.
O protocolo de fisioterapia para bursite no ombro na SUORT inclui:
O tempo médio de fisioterapia para bursite é de 8 a 16 semanas, com sessões de 2 vezes por semana. A SUORT atende por convênio Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Cassi, Notredame, Omint, Cabesp, Metrus, Allianz, Mediservice, Geap e mais de 40 outros planos. Para conferir se seu plano é aceito, ligue para (11) 3868-5566 ou acesse a página de convênios.
O Dr. Sérgio tem o hábito de enviar orientações em PDF para o educador físico ou professor de pilates do paciente, com as restrições e progressões de carga adequadas para o momento da reabilitação. Essa integração entre ortopedista, fisioterapeuta e preparador físico é o que diferencia o modelo assistencial da SUORT do atendimento fragmentado, em que "cachorro que tem muito dono passa fome", como ele descreve.
A cirurgia na bursite é uma indicação rara reservada para quando o tratamento conservador bem conduzido por pelo menos 4 a 6 meses não produz melhora satisfatória, ou quando existe uma causa estrutural que a fisioterapia e a infiltração não conseguem resolver. Os cenários mais comuns de indicação cirúrgica são:
Quando a cirurgia é necessária, ela é feita por artroscopia: câmera e instrumentos entram pelo ombro através de incisões de poucos milímetros. O Dr. Sérgio realiza a acromioplastia artroscópica com bursectomia, que amplia o espaço subacromial e remove a bursa inflamada. O paciente tem alta no mesmo dia na maior parte dos casos. Leia mais sobre o procedimento em Síndrome do Impacto do Ombro.
Bursite e manguito rotador coexistem com muita frequência. A bursa subacromial fica exatamente sobre os tendões do manguito. Quando o espaço subacromial se reduz por qualquer motivo, os tendões do manguito e a bursa são comprimidos simultaneamente. Por isso, a síndrome do impacto quase sempre envolve os dois: inflamação da bursa e tendinopatia do manguito.
O que muda o tratamento é a gravidade da lesão do manguito. Rupturas parciais, sem perda de continuidade do tendão, são tratadas de forma conservadora junto com a bursite. Rupturas completas exigem cirurgia, e a bursite é tratada no mesmo ato cirúrgico. Essa distinção é feita pelo ultrassom ou pela ressonância, mas a conduta é definida pelo ortopedista após avaliação clínica completa.
No consultório, o Dr. Sérgio divide as indicações em absolutas (ruptura completa do manguito: precisa operar) e relativas (zona cinzenta: tenta-se conservador primeiro). A bursite pura, sem ruptura tendínea, é quase sempre uma indicação relativa que resolve sem cirurgia. "O bom médico tenta tirar o paciente da faca tudo que der."
A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. Pacientes de Perdizes, Pompeia, Higienópolis, Vila Madalena, Pinheiros, Lapa, Barra Funda, Santa Cecília, Sumaré e Pacaembu chegam à clínica para avaliação e tratamento de bursite no ombro com o mesmo profissional do diagnóstico ao fim da reabilitação.
Essa continuidade assistencial tem impacto direto no resultado: estudos europeus mostram que pacientes com seguimento pelo mesmo médico ao longo de todo o tratamento musculoesquelético têm desfechos significativamente melhores do que aqueles atendidos por profissionais diferentes em cada etapa. Na SUORT, o Dr. Sérgio acompanha o paciente desde a primeira consulta, orienta a fisioterapia, realiza os procedimentos necessários e acompanha o retorno à academia ou ao trabalho.
A clínica aceita mais de 50 convênios, incluindo Allianz, Bradesco Saúde, Cabesp, Caixa Econômica Federal, Cassi, Fundação Cesp/Vivest, Mediservice, Metrus, Notredame, Omint, Unimed Seguros e Geap, entre outros. Consulte a lista completa em Convênios ou ligue para (11) 3868-5566.
O que é bursite no ombro?
Bursite é a inflamação da bursa subacromial, uma bolsa de líquido localizada entre o tendão do manguito rotador e o acrômio. Quando inflamada, causa dor ao levantar o braço, ao dormir sobre o ombro e durante atividades simples do cotidiano.
Bursite no ombro tem cura sem cirurgia?
Sim, na grande maioria dos casos. Fisioterapia direcionada, anti-inflamatórios e, quando necessário, infiltração guiada por ultrassom resolvem o quadro. Cirurgia é indicada em menos de 10% dos casos.
Quanto tempo leva para a bursite no ombro melhorar?
Casos agudos respondem em 4 a 8 semanas de fisioterapia. Quadros crônicos podem exigir 3 a 4 meses de reabilitação supervisionada.
Qual ortopedista especialista em ombro mais próximo de Perdizes com convênio?
A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, com o Dr. Sérgio Rovinski, especialista em ombro e cotovelo há mais de 20 anos. Aceita mais de 50 convênios.
Bursite no ombro dói mais à noite?
Sim. A dor noturna, ao deitar sobre o ombro afetado, é um dos sintomas mais típicos da bursite subacromial e ajuda o ortopedista a fechar o diagnóstico clínico.
Como chegar à SUORT vindo de Higienópolis, Vila Madalena ou Pinheiros?
De Higienópolis são cerca de 8 minutos de carro. De Vila Madalena, 10 minutos. De Pinheiros, 12 a 15 minutos. Endereço: Rua Cayowaá, 2066, Perdizes.